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O verdadeiro sentido da Páscoa!

Publicado: Quarta, 12 Abril 2017

LEIA E REFLITA!

Estamos nos aproximando de uma grande celebração cujas raízes repousam no Judaísmo, mas que foram absorvidas pelo mundo cristão, pelo Cristianismo, e depois de certo modo deturpado, e se transformaram na celebração atual, com seus coelhinhos, com os ovos de chocolate e com uma festa que quase não guarda qualquer relação com a Páscoa genuína. Então meus caros o que é a Páscoa?

A Páscoa é uma celebração Judaica do momento em que o povo foi libertado da escravidão do Egito. Acho importante salientar que quando falamos de Páscoa estamos no universo da religiosidade, estamos no mundo religioso. Neste universo nós lidamos com símbolos, com metáforas, e por que isso? Por que a religiosidade tem haver com o sentimento, e religiosidade tem haver com uma experiência pessoal, com a experiência que cada um faz de Deus, como ela experimenta Deus, como ela experimenta a vida e como ela experimenta si mesma diante da vida e diante de Deus. E aí acho que é obvio que fica impossível traduzir uma experiência tão subjetiva, tão sublime, com a linguagem da ciência, que se baseia na análise, na matemática, ou mesmo com a filosofia que é especulativa, muita vez muito complexa, então por esta simples razão a religiosidade opta pela linguagem da metáfora, que é quase uma linguagem dos sonhos, onírica de fato, e, portanto a páscoa tem muito dessa simbologia. E o que diz a Páscoa, diz que o povo hebreu estava escravizado há 400 anos no Egito, o Egito é invadido então pelo anjo da morte, mas naquelas casas que tivessem aquela marca de um sangue de cordeiro, o anjo pularia aquela casa, como o verbo “pular” em hebraico é “Pêssarr”, daí vem Páscoa. A Páscoa então é o pulo do anjo, o pulo que ele dá nas casas que tem a marca do cordeiro, e que portanto foram poupados de perderem o filho mais velho da casa, esse é a simbologia ok? Agora vamos lá, porque o cordeiro? Na celebração da páscoa judaica, o cordeiro ficava uma semana com a família, eles o pegavam e o criavam como um animal de estimação, ficava dentro de casa, as crianças brincavam com ele, criavam uma relação de afeto verdadeira, daí a uma semana o animalzinho era quase como um membro daquela família, e então, no entardecer da sexta-feira, as dezoito horas, toda a família se reunia, e o animal era SACRIFICADO, e tinha que ser assim, porque se alimentar do cordeiro da pascoa precisava ser uma experiência de DOR, é a experiência da perda de alguém amado, então a páscoa tem haver com essa experiência espiritual, a experiência da libertação espiritual, mas que é uma experiência de DESILUSÃO, e você não se desilude sem perder, por isso o choque do cordeirinho sendo imolado. Com a vinda de Jesus, o que ele faz? Convive durante três anos com os seus discípulos, cura cegos, paralíticos, chega a jantar todo dia na casa de Simão Pedro, convive com eles, trabalha com eles, pesca com eles, participa das dores, das desilusões, e no momento final destes três anos reúne os doze e diz pra eles “Vocês vão me perder, eu estou agora me despedindo de vocês, por que eu vou deixar o mundo corpóreo para retornar ao mundo incorpóreo, e vocês vão experimentar uma tremenda tristeza, uma profunda dor, porque vocês criaram uma conexão emocional comigo, eu não chamo mais vocês de servos, eu vos chamo de amigos, de irmãos, porque tudo que eu aprendi eu compartilhei com vocês, eu amei vocês da maior que alguém poderia amar, , eu amei tanto que você Pedro vai me negar e trair, mas eu continuo de amando, nada vai alterar esse amor, eu amo tanto você Judas que mesmo sabendo que vai me trair, tú ainda compartilha comigo a mesma mesa, o mesmo pão e vinho, mas eu vou embora, e vocês vão viver a maior experiência de solidão e de ascensão espiritual da suas vidas, mas o que posso prometer é que de lá estarei junto a todos, amparando e testificando que a crise da morte nada mais é do que um portal para a imortalidade, porque a vida não cessa no túmulo, e toda vez que vocês se sentirem solitários, toda vez que vocês sentirem falta da minha amizade, do meu amor, da minha dedicação, da minha presença, vocês vão se reunir, vão celebrar a páscoa em minha memória, em memória da minha amizade, em memória do meu amor e sobretudo, em memória da libertação de que sou mensageiro. Porque sabemos que Jesus veio libertar o homem da escravidão da matéria. Egito em hebraico é “Miztraim” significa estreiteza, prisão, prisão dos sentidos, a matéria é opressora. Então ELE recomenda, reunan-se, celebrem a páscoa para celebrar o AMOR, para celebrar a imortalidade da alma. Mas infelizmente os séculos passaram e nós transformamos a Páscoa em coelhos e ovos de chocolate, apagando completamente a dimensão verdadeira que a Páscoa deveria proporcionar a todos nós, a verdadeira experiência de Deus, uma experiência de solidão, uma experiência de amar e se sentir AMADO, não importando as circunstâncias. Reflitam!!

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